Para uma árvore na Janela.
Grande orgulho tenho daquela árvore que segue retorcida e
contorcida, sentimental e forte,
estática e lenta, crescendo na minha janela e abraçando meu sonho e minha
realidade.
Suas sementes? Até germinaram e permaneceram durante a
primavera, acabaram por morrer no verão intenso deste dezembro, num feriado em
que não estive, não vingaram.
Na minha janela ainda estão, meio verdes, meio mortas. Confesso, talvez eu ainda tenha esperanças.
Na minha janela ainda estão, meio verdes, meio mortas. Confesso, talvez eu ainda tenha esperanças.
Zade Bretas

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