Lua que te guia
Que me vigia
Que se esconde
No som de nossa melodia
Sai no sol da fronteira
Se desfarça na tonteira
Persegue fotos e tons
De uma vida inteira
Ouve choros e lágrimas
Histórias em rimas
Somos fumaças melancólicas
Somos distância e imãs
Madrugada adentro
Vai embora no vento
Me despesso de ti
Sob riso e lamento
Zade Bretas
"Escrever é meu mal, meu vício, meu copo de vinho barato de sexta-feira à noite. É meu país das maravilhas em preto e branco, para onde fujo sempre que o mundo fica pequeno ao meu redor." Francieli Hess
sexta-feira, 30 de julho de 2010
quarta-feira, 21 de julho de 2010
Questionamentos de Lorena
Quem é você, Lorena?
E o que fomos?
Passado esquecido
Já nem sei o que propomos
Quem é você, Lorena?
Quem fomos nós?
Perdidos no caminho
Sem esperança e a sós
Quem é você, Lorena?
E o que somos?
Vivendo utopias
Procurando sonhos e gnomos
Quem é você, Lorena?
Quem somos nós?
Precisamos gritar
E nem sabemos com que voz
Quem é você, Lorena?
E o que seremos?
O “mundinho” fechado
Fumaça louca respiremos
Quem é você, Lorena?
Quem seremos nós?
Enxergando o mal do mundo
Desfazendo nós
Passado presente futuro
Tantas vidas pra escolher
Nada aqui eu censuro
Já não dá pra esquecer
Passado presente futuro
Te espero em lugar seguro...
Zade Bretas
E o que fomos?
Passado esquecido
Já nem sei o que propomos
Quem é você, Lorena?
Quem fomos nós?
Perdidos no caminho
Sem esperança e a sós
Quem é você, Lorena?
E o que somos?
Vivendo utopias
Procurando sonhos e gnomos
Quem é você, Lorena?
Quem somos nós?
Precisamos gritar
E nem sabemos com que voz
Quem é você, Lorena?
E o que seremos?
O “mundinho” fechado
Fumaça louca respiremos
Quem é você, Lorena?
Quem seremos nós?
Enxergando o mal do mundo
Desfazendo nós
Passado presente futuro
Tantas vidas pra escolher
Nada aqui eu censuro
Já não dá pra esquecer
Passado presente futuro
Te espero em lugar seguro...
Zade Bretas
segunda-feira, 19 de julho de 2010
sexta-feira, 2 de julho de 2010
Carta de descobertas precipitadas
Um dia descobrirei que viver é ruim
Mas é a melhor coisa que se tem pra fazer
Que estar só é solitário e triste
Mas faz bem pra alma
Que paixões são fantasias
Mas se deixar ser guiado por uma é mais que dever
Que revoluções são trágicas
Mas nos mostram a realidade
Descobrirei que nada é igual para todos
Nem o tempo, nem as horas e nem a fome
Que borboletas com asas de águia existem
Mas é algo além da imaginação
Um dia vou descobrir que amigos, bem lá no fundo, valem à pena
Mas se deve crescer com eles
Que ouvir é um sentido a ser usado
Mas não é o único
Descobrirei que me chamaram de louco
Mas com toda certeza do mundo, fui mais feliz que todos
Que tudo cansa
Mas também alivia
Que família é algo que nunca vou entender
Mas é um mal necessário
Que algumas coisas deixam marcas
Mas se pode escrever por cima
Que ser criança foi a melhor coisa que já me aconteceu
Mas fazer o que? Se vivemos apenas o presente
Vou descobrir que somos o imperfeito do mundo perfeito
Sem problemas... eu disse “nós”, e não “eu”
E bem lá no fim
Descobrirei que sou assim...
Mas isso é o melhor, porque num belo dia, nem serei mais.
Zade Bretas
Mas é a melhor coisa que se tem pra fazer
Que estar só é solitário e triste
Mas faz bem pra alma
Que paixões são fantasias
Mas se deixar ser guiado por uma é mais que dever
Que revoluções são trágicas
Mas nos mostram a realidade
Descobrirei que nada é igual para todos
Nem o tempo, nem as horas e nem a fome
Que borboletas com asas de águia existem
Mas é algo além da imaginação
Um dia vou descobrir que amigos, bem lá no fundo, valem à pena
Mas se deve crescer com eles
Que ouvir é um sentido a ser usado
Mas não é o único
Descobrirei que me chamaram de louco
Mas com toda certeza do mundo, fui mais feliz que todos
Que tudo cansa
Mas também alivia
Que família é algo que nunca vou entender
Mas é um mal necessário
Que algumas coisas deixam marcas
Mas se pode escrever por cima
Que ser criança foi a melhor coisa que já me aconteceu
Mas fazer o que? Se vivemos apenas o presente
Vou descobrir que somos o imperfeito do mundo perfeito
Sem problemas... eu disse “nós”, e não “eu”
E bem lá no fim
Descobrirei que sou assim...
Mas isso é o melhor, porque num belo dia, nem serei mais.
Zade Bretas
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