terça-feira, 27 de abril de 2010

Passado do meu presente

 Eu já fui onde poucos chegaram

Já comi o que a fome mandava
Já quis o que eles tentaram 
Eu escutava quem me enganava

Eu gostava de seus segredos incertos
E odiava amizades de segundos
Eu botava fé no meu jeito quieto
Eu tinha uma vida e dois mundos

Eu deixei me perder
Eu indeciso
Optei por não escolher
Desci sem nenhum riso
Eu subi procurando um fim
Errei os erros que não se pode errar
E os ecertei em mim.



Zade Bretas

quinta-feira, 22 de abril de 2010

Presente do precisar

Eu sozinho

No quarto escuro

Procurado algo que seja seguro

Ver como não precisar sofrer...



Saciado pela mesma fome

Desejando tudo

Aquilo que se come

Ver como não precisar sofrer...



Observe-me de olhos vermelhos

Faça mil reflexos

Compre mil espelhos

Ver como não precisar sofrer...



Compre todos os meus defeitos

Seja como for

Aceite o meu jeito

Ver como não precisar sofrer...



Sinta toda a minha brisa

Dê lições de moral

E palestras concisas

Ver como não precisar sofrer...



Tô precisando de você

Você precisa entender

Tô precisando não saber

Como é precisar você

 
 
Zade Bretas
 
 
 
 

quinta-feira, 1 de abril de 2010

Grande garota, pequena mulher

                                                              
Carolina

Poderia ser forte

Mas é assim... Feminina

E se faz fraca

Fica meio sem norte

E mesmo assim se destaca

Olhos nos teus olhos

E eles gotejam

Procurando atalhos

Onde quer que estejam

Pra tentar ser feliz

Lagrimas fazem parte

Mas é assim que eu não quis

Viva minha arte

Abra suas asas

Tire os pés do chão

Esqueça lembranças angustiosas

Se iluda

Porque não?

Viva uma paixão aguda.

Siga seus sonhos

Aonde quer que eles vão

Mova moinhos

Ame quem te ama

Esqueça o resto

Sem melodrama

Tenha algum gesto

Ao ler meu pedido

Por mais que seja doido

Siga o sol

Sempre

Carol.



Zade Bretas