segunda-feira, 7 de novembro de 2011

‎"Chego a acreditar é possível viver de sexo, sonhos e poesia... que é possível viver de sol, de amor, calor e melodia."


Zade Bretas

quarta-feira, 5 de outubro de 2011

Recomeçar

Diante de uma recente primavera fria e chuvosa entendo minhas dúvidas, meus desencontros, meus pensamentos. E talvez o que eu realmente queira seja acordar amanhã, tentando acreditar que as coisas realmente mudaram, que os ciclos se fecharam, que os amigos se foram e outros chegaram. Tudo aconteceu exatamente porque tinham que acontecer, e isso me faz viver sabendo que o inesperado, o surpreendente e as consequências nos faz ver todos os lados, de todas as janelas, com todas as lentes e em todas as telas de cinema, é preciso mudar para entender a vida. Hoje noto um destes meus inúmeros desfechos que aconteceram e acontecerão enquanto eu durar. Já que é assim, algumas metas foram alcançadas, os limites ultrapassados e os planos exagerados, chegou a hora de começar tudo de novo. Se possível.
As coisas mudaram, e o melhor a fazer é entender, aceitar. E ai tá tudo certo, quer dizer que chegou a hora de aproveitar outros rumos, quando as coisas parecem maçantes demais.


Zade Bretas



domingo, 11 de setembro de 2011

Íntimo e pessoal

As coisas acontecem a todo tempo, o tempo todo; todo dia, o dia todo, longe de qualquer olhar penetrante impiedoso e cruel, longe de qualquer opinião, qualquer canção ou solução. Há uma gama muito grande de gente ao nosso redor, não sou um habitante único, além de mim, dos meus parentes, professores, amigos, inimigos, os moços e as moças das padarias, supermercados, farmácias, botequins e perfumarias, há um mundo inteiro de gente pensando, opinando, comendo, rezando, chorando e amando nessa louca vida sem fim, mas seres que comungam de um mesmo viver que se torna completamente diferente para cada um de nós.
Mesmo assim, somos sós, sós no nosso mundo, ninguém nunca sequer ousou viver o mundo que não o seu. Na verdade essa é a única coisa na qual duvido nesse dia-a-dia tão agitado e cheio de surpresas no mínimo curiosas.
E é ai que noto que nesse mundo que só tem louco, doido, pirado, amado e traído... eu sigo aqui tentando fingir ser normal, desesperado, futurista, como se não houvesse final. Como se todo mundo fosse exatamente igual.



Zade Bretas

terça-feira, 16 de agosto de 2011

Meu mundo vai muito além do limite do seu olhar...

Zade Bretas




quarta-feira, 3 de agosto de 2011

E eu que só queria soltar pipa nos ventos que a vida me traz, me empolguei e talvez seja tarde demais...


Zade Bretas






segunda-feira, 30 de maio de 2011

O manuscrito final (primeira parte)

       Não vejo mais a vida com a mesma intensidade, mas me lembro de cada cor exatamente como sempre foi, lembro-me de tudo, como se tudo fosse apenas um velho álbum de fotos, destes que se usam mais pra contar histórias do que pra realmente ver fotos. E assim a vida se transforma em uma palheta de cores, e percebemos que as vezes é preciso mudar os tons do nosso viver. Você faz escolhas, e cada escolha é uma cor diante de uma infinidade de outras opções.E assim o velho álbum de foto também vai se transformado, e o mundo se perde em tantas cores.
      Mas ao chegar ao final do álbum, vai perceber que as cores vão se acabando, e que tudo vai escurecer, até que tudo fique negro. Nessa altura já não vai ser mais possível ver aquele álbum, e relembrar as histórias. Mas há algo ainda mais importante, vai perceber que não poderá mais estar com que estava com você nas fotos.
      A nossa história, assim como o álbum de retratos também chega ao fim, e não há nada que se possa fazer . Talvez torcer para que alguém um dia tenha curiosidade de abrir seu álbum e viver tudo aquilo que cada um de nós é capaz de viver. Mas é preciso valer a pena percorrer as páginas desse álbum.


Zade Bretas


domingo, 2 de janeiro de 2011

Virada.

2011, começar como se fosse possível fazer tudo de novo, pra terminar como se fosse único!


Zade Bretas